Disciplinas

  • DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

    1. Sujeitos da educação: escola e identidade social.
    Ementa: Processos identitários e categorias de pertencimento social: classe, gênero,
    etnia e geração. Relação entre processos identitários e aprendizagem escolar.
    Referências:
    CORSARO, W. Sociologia da infância. Porto Alegre: Artes Médicas, 2011.
    DAYRELL, J. Juventude e escola. In: SPOSITO, M. Juventude e escolarização. Brasília: MEC/INEP, 2002.
    DAYRELL, J. Juventude, socialização e escola. In: DAYRELL, J.; NOGUEIRA, M. A. et al.
    Família, escola e juventude. Belo Horizonte: UFMG, 2011.
    GOUVEA, M. C.; SARMENTO, M. Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis:Vozes, 2010.
    HALL, Stuart. Identidades culturais na pós-modernidade. Trad. Tomaz. T. da Silva e Guacira Louro. 2 ed. Rio de Janeiro: DP&A Ed., 1998.
    HARAWAY, Donna; KUNZRU, Hari; SILVA, Tomaz T. (Org.). Antropologia do ciborgue – as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.
    MULLER, F. (Org.). Infância em perspectiva. São Paulo: Cortez, 2010.
    SPOSITO, M. Ação coletiva, cultura e juventude no Brasil. In: DAYRELL, J.; NOGUEIRA, M. A. et al. Família, escola e juventude. Belo Horizonte: UFMG, 2011.
    VIANNA, C. O gênero nas políticas de educação no Brasil. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 34,n. 121, p. 77-104, jan./abr. 2004.
    WELLER, W. Juventude e diversidade: articulando gênero, raça e sexualidade. In: DAYRELL, J.;
    NOGUEIRA, M. A. et al. Família, escola e juventude. Belo Horizonte: UFMG, 2011.

    2. Conhecimento, linguagem e interações em sala de aula.
    Ementa: Estudo dos processos de construção do conhecimento social e escolar.
    Relações entre conhecimento e linguagem. Os discursos na sala de aula. Interações na
    sala de aula.
    Referências:
    COLE, M. Desenvolvimento cognitivo e educação formal: a evidência da pesquisa transcultural.
    MOLL, L. Vygotsky e a educação: implicações pedagógicas da teoria sócio-histórica. Porto Alegre:Artes Médicas, 1996.
    COLL, C. Psicologia evolutiva. v. 2. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.
    COSCARELLI, C. A cultura escrita em sala de aula (em tempos digitais). In: MARINHO, M. (Org.). Cultura escrita e letramento. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
    KLEIMAN, Ângela B. (org.). Significados do Letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas-SP: Mercado de Letras, 1995
    GOULART, C. Cultura escrita e escola: letrar alfabetizando. In: MARINHO, M. (Org.). Cultura escrita e letramento. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
    MARTINS, I. Letramento científico: um diálogo entre ensino de ciências e estudos do discurso. In: MARINHO, M. (Org.). Cultura escrita e letramento. Belo Horizonte: UFMG, 2010.
    MENEZES, L. V. (Org.). Interação e aprendizagem em ambiente virtual. 2 ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.
    NORTON, B. Non-participation, imagined communities and the language classroom. SLRF 2000 Plenaries, http://mendota.english.wisc.edu/~SLRF/plenaries.html.
    ROJO, Roxane. (Org.). Prática de Linguagem em sala de aula – Praticando os PCNs. 1a ed. S.Paulo/Campinas: EDUC/Mercado das Letras, 2001.
    VYGOTSKY, L. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1998.
    ZACCUR, Edwiges (Org.). A magia da linguagem. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

    3. Metodologia de pesquisa.
    Ementa: Pesquisa em educação. Processos de investigação científica: formulação de
    problema, estratégias investigativas, análise da produção bibliográfica. Produção de
    texto científico.
    Referências:
    BARROS, A.; LEHFELD, N. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 7ª ed. Petrópolis: Vozes, 1998.
    CONTANDRIOPOULOS, A. P. et al. Saber preparar uma pesquisa. 3ª ed. São Paulo; Rio de Janeiro: Hucitec, 1999.
    FAULSTICH, E. Como ler, entender e redigir um texto. 12ª ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
    GERSDORFF, R. Identificação e elaboração de projetos. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
    GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1989.
    HÜHNE, L. M. (Org.). Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. 7ª ed. Rio de Janeiro: Agir, 2000.
    LENTIN, J. P. Penso, logo me engano: breve história do besteirol científico. São Paulo: Ática, 1997.
    MOURA, M.; FERREIRA, M.; PAINE, P. Manual de elaboração de projetos de pesquisa. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 1998.
    SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A, 1999.
    SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20ª ed. São Paulo: Cortez, 1999.
    TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 4ª ed. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 1999.

    4. Seminário de pesquisa I : análise da prática pedagógica.
    Ementa: Resgate e problematização das diferentes experiências de ensino dos alunos e
    discussão das dificuldades enfrentadas e desafios almejados. Reflexão crítica sobre a
    prática pedagógica e das possíveis contribuições para sua melhoria a serem
    desenvolvidas no curso. Discussão dos projetos de pesquisas.

    5. Seminário de pesquisa II: Orientação e desenvolvimento da pesquisa.
    Orientação na elaboração e desenvolvimento da pesquisa, fornecendo subsídios
    teórico- metodológicos para sua realização. Esta disciplina é prática, envolvendo tanto
    encontros coletivos com os orientandos da linha de pesquisa, como individuais entre
    os discentes e o orientador.

    6. Seminário de pesquisa III: Orientação e desenvolvimento da pesquisa.
    Orientação na elaboração e desenvolvimento da pesquisa.
    Encontros de orientação individuais e encontro coletivos para apresentação do
    andamento da pesquisas e discussão dos alcances obtidos.

  • DISCIPLINAS OPTATIVAS
    1. Tendências Curriculares no Ensino de Ciências.
      Ementa:Objetivos da educação em ciências. O papel do conhecimento do aluno nos
      processos de ensino e aprendizagem de ciências. Natureza do conhecimento científico.
      O currículo de ciências: história e prática. Perspectiva sócio-histórica-cultural dos
      processos de ensino e aprendizagem de ciências.
      Referências
      BRASIL. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros
      Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Ciências da natureza, Matemática e suas tecnologias.
      Ministério da Educação/Secretariada Educação Média e Tecnológica, Brasília, 2002.
      CACHAPUZ, A; CARVALHO, A. M. P.; GIL-PÉREZ, D. A necessária renovação do ensino de
      ciências São Paulo: Cortez, 2005.
      CARVALHO, A. M. P. e GIL PÉRES, D. Formação de professores de Ciências: tendências e
      inovações. São Paulo: Cortez, 1993.
      COLL, C. et alii. Los contenidos en la reforma: enseñanza y aprendizaje de conceptos,
      procedimientos y actitudes. Madri: 1992
      KRASILCHIK, M. Reformas e realidades: o caso do ensino das ciências. São Paulo em perspectiva,
      São Paulo, v. 14, n. 1, 2000.
      MARANDINO, M., SELLES, S. E., FERREIRA, M. S. Ensino de Biologia: histórias e práticas em
      diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009.
      MATTHEWS, M. R. História, filosofia y ensenãnza de las Ciencias: la aproximación actual.
      Enseñanza de las Ciencias, v. 12, n.2. Barcelona: 1994.
      MILLAR, R. Um Currículo de ciências voltado para a compreensão por todos. Ensaio,
      Belo Horizonte, v. 5, n. 2, out. 2003.
      MIRAS, M. Um ponto de partida para a aprendizagem de novos conteúdos: os conhecimentos
      prévios. In: COLL, C. (Org.). O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 1998.
      MORTIMER, E. F. Construtivismo, mudança conceitual e ensino de ciências: para onde vamos.
      Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 1, n. 1, p. 20-39, 1996.
    2. Atividades Investigativas nas Aulas de Ciências.
      Ementa:Papel de atividades investigativas na formação de conceitos científicos. A
      identificação das concepções prévias dos estudantes e o estabelecimento de conflitos
      cognitivos. Experimentação em ciências e no ensino de ciências. Elaboração e
      planejamento de atividades práticas e investigativas relacionadas a tópicos de
      conhecimento físico, químico e biológico. Análise de planejamento de atividades
      investigativas.
      Referências:
      BORGES, A. T. O papel do laboratório no ensino de ciências. In: ENCONTRO DE PESQUISA EM
      ENSINO DE CIÊNCIAS, 1., 1997, Porto Alegre. Anais. Porto Alegre: IFUFRGS, 1997.
      CARVALHO, A. M. P. (Org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Editora
      Pioneira Thompson, 2004.
      FLICK; LEDREMAN. Scientific inquiry and nature of science. Implications for teaching, learning,
      and teacher education. Springer, 2006.
      GATICA, M Q; ADÚRIZ-BRAVO, A (Ed). Enseñar ciencias en el Nuevo milenio: retos e
      propuestas. Santiago: Universidade católica de Chile, 2006.
      GIORDAN, A.; VECCHI, G. As origens do saber. Trad. Bruno Charles Magne. 2ª ed. Porto Alegre:
      Artes Médicas, 1996.
      HODSON, D. Experimentos em Ciências e no Ensino de Ciências. Educational Philosophy and
      Theory. Trad. Johanna L. Prado. v. 20, n. 2, p. 53-66, 1988.
      MORAES, R (org). Construtivismo e ensino de ciências: reflexões epistemológicas e metodológicas.
      Porto Alegre, EdiPUCRs, 2008.
      MUNFORD, D.; LIMA, M. E. C. C. Ensinar ciências por investigação: em que estamos de acordo?.
      Ensaio: Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 9, p. 1-20, 2007.
      NEWMAN Jr. W. J; ABEL. S. K, HUBBARD. P. D; MC DONALD. J. Dilemmas of teaching
      inquiry in elementary science methods. Journal of Science teacher education 15(4), 2004.
      RODRIGUEZ, J et al. ¿Cómo enseñar? Hacia una definición de las estratégias de enseñanza por
      investigación. Investigación em la escuela, n. 25. ,1995.
    3. O Uso de Novos Espaços e Tecnologias no Ensino de Ciências.
      Ementa:Introdução ao uso das tecnologias em ensino de Ciências. Conhecimento e
      interação com interfaces de trabalho: espaços virtuais e ferramentas de interação com
      grupos online e offline. Desenvolvimento de atividades de ensino de ciências em
      espaços não formais.
      Referências
      BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais.
      Brasília: SEF/MEC,1998.
      CHASSOT, A. Alfabetização Científica: questões e desafios para a educação. Ijuí: Editora UNIJUI,
      2000.
      DUSCHL.A,R. The HS Lab Experience: Reconsidering the Role of Evidence, Explanation and the
      Language of Science. Disponivel em
      http://www7.nationalacademies.org/bose/RDuschl_comissioned_paper_71204_HSLabs_Mtg.pdf.
      GIORDAN, M. Computadores e linguagens nas aulas de ciências: uma perspectiva sociocultural para
      compreender a construção de significados. Ijuí: Editoria da UNIJUÍ, 2008.
      HAMBURGUER, E. W. (Org.). O desafio de ensinar ciências no século 21. São Paulo: Edusp/
      Estação Ciência, 2000.
      MARANDINO, M. Transposição ou recontextualização? Sobre a produção de saberes na educação
      em museus de ciências. Revista brasileira de educação, Rio de Janeiro, n. 26, mai./jun./jul./ago.
      2004.
      MATEUS, L. A.; REIS, D.; PAULA, F. H. Ciência na tela: experimentos no retro projetor. Belo
      Horizonte: Editora UFMG, 2009.
      MOREIRA, Marco Antonio. Una vision Toulminiana respecto a la disciplina
      investigación básica en educación en ciencias: el rol del foro institucional. Revista
      Ciência e Educação, v. 11, n. 2, p. 181-190, 2005.
      NARDI, R. (Org.). Questões Atuais no Ensino de Ciências. São Paulo: Escrituras, 1998.
      SANTOS, W. L. P; MORTIMER, E. F. Uma análise de pressupostos teóricos da abordagem C-T-S
      (Ciência – Tecnologia – Sociedade) no contexto da educação brasileira. Ensaio: pesquisa em
      educação em ciências, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, dez. 2002.
    4. As Interações Discursivas nas Salas de Aula de Ciências.
      Ementa:A construção mediada de sentidos nas salas de aula de ciências. Formas de
      intervenção docente e participação dos estudantes. Análise crítica de episódios de
      ensino em aulas de ciências. Análise de interações professor-alunos e alunos-alunos
      em situações reais de sala de aula.
      Referências
      BASTOS, F. Construtivismo e ensino de ciências. In: NARDI, R. (Org.). Questões Atuais no Ensino
      de Ciências. São Paulo: Escrituras, 1998.
      CARVALHO, A. M. P. (Org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Editora
      Pioneira Thompson, 2004.
      MARTINS, I.; OGBORN, J.; KRESS, G. Explicando uma explicação. Ensaio, Belo Horizonte, v. 1,
      n. 1, p. 29-46, 1999.
      MATURANA, Humberto. Cognição, ciência e vida cotidiana. Belo Horizonte: Editora
      UFMG, 2001.
      MC EWAN, H.; EGAN, K. Narrative in Teaching, Learning and Research. New York:
      Teachers College Press, 1995.
      MENEZES, L. V. (Org.). Interação e aprendizagem em ambiente virtual. 2 ed. Belo Horizonte:
      Editora UFMG, 2010.
      MORAES, Roque &GALIAZZI, Maria do Carmo. Análise textual discursiva: processo
      reconstrutivo de múltiplas faces. Revista Ciência & Educação, v. 12, n. 1, p. 117-128,
      2006.
      MORTIMER, E. F. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte:
      Editora UFMG, 2000.
      YORE, L. D. et al. Examining the literacy component of science literacy: 25 years of
      language arts and science research. International Journal of Science Education, vol. 25,
      n. 6, pg. 689-725, 2003.
    5. Práticas pedagógicas no ensino de matemática.
      Ementa:Concepções de “prática pedagógica” segundo diferentes perspectivas teóricoepistemológicas,
      desdobramentos para a pesquisa e a formação. Pesquisas sobre
      práticas. Análise de práticas de ensino de Matemática e de outras disciplinas.
      Referências
      CALDEIRA, A. M. S.; ZAIDAN, S. Prática Pedagógica. In: OLIVEIRA, D. A.; DUARTE, A. C.;
      VIEIRA, L. V. (Orgs.). Dicionário - trabalho, profissão e condição docente. Belo Horizonte: FAEUFMG,
      2010. 1 CD.
      CARR, W.; KEMMIS, S. Teoría crítica de la enseñanza: la investigación-acción en la formación del
      profesorado. Barcelona: Martínez Roca, 1988.
      CARVALHO, D. L. (Org.). Travessias, expectativas e reflexões sobre aulas de matemática.
      CEMPEN: FAE UNICAMP, 2002.
      CARVALHO, M. do C. B.; NETTO, J. P. Cotidiano: conhecimento e crítica. São Paulo: Cortez,
      1994.
      EZPELETA, J.; ROCKWELL, E. Pesquisa participante. São Paulo: Cortez autores Associados,
      1989.
      FIORENTINI, D.; CASTRO, F. C. de. Tornando-se professor de matemática: o caso de Allan em
      prática de ensino e estágio supervisionado. In: FIORENTINI, D. (Org.). Formação de professores de
      matemática. Campinas: Mercado das Letras, 2003.
      HELLER, A. Sociología de la vida cotidiana. Barcelona: Península, 1977.
      KOSIK, K. Dialética do concreto. 2ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
      ZAIDAN, S. O/A professor/a de matemática no contexto da inclusão escolar. 2011. Tese (Doutorado
      em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
      2001.
    6. Educação Matemática e suas Tecnologias.
      Ementa:Conhecimento matemático, tecnologias computacionais e ambientes de
      aprendizagem. Análise crítica de softwares para atividades matemáticas e de seus usos
      na construção de conceitos matemáticos. O desenvolvimento, realização e avaliação
      de investigações, atividades e projetos matemáticos com o auxílio de tecnologias
      informáticas.
      Referências
      ALMEIDA, M. E. de. Informática e formação de professores. Brasília: Ministério da
      Educação/SEED, 2000. (Série de Estudos. Educação a Distância).
      BALDIN, Y. Y.; VILLAGRA, G. A. L. Atividades com Cabri-Géomètre II para cursos de
      Licenciatura em Matemática e Professores do Ensino Fundamental e Médio. São Carlos: Editora da
      Universidade Federal de São Carlos, 2002.
      BELLONI, M. L. Educação à distância. Campinas: Autores Associados, 1999.
      BICUDO, M. A. V. (Org.). Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São
      Paulo: UNESP, 1999.
      BORBA, M. C.; PENTEADO, M. G. Informática e Educação Matemática. Belo Horizonte:
      Autêntica, 2001. (Coleção: Tendências em Educação Matemática).
      COSCARELLI, C. V. (Org.). Novas tecnologias, novos textos, novas formas de pensar. Belo
      Horizonte: Autêntica, 2002.
      HERNANDEZ, F. et al. Aprendendo com as inovações nas escolas. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre:
      Artmed, 2000.
      PONTE, J. P. da; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações matemáticas na sala de aula. Belo
      Horizonte: Autêntica, 2003.
      SKOVSMOSE, O. Cenários para investigação. Trad. Jonei Cerqueira Barbosa. Bolema, Rio Claro,
      ano 13, n. 14, p. 66-91, 2000.
      TALL, D. (Org.). Advanced mathematical thinking. Dordrecht: Kluwer Academic Publisher, 1994.
      p. 231-248. (Mathematics Education Library, v. 11).
      VALENTE, J. A. (Org.). O computador na sociedade do conhecimento. São Paulo:
      UNICAMP/NIED, 1999.
    7. Etnomatemática e a Escola.
      Ementa:Etnomatemática como uma visão sócio-histórica da Matemática. Concepções
      e pesquisas sobre a aula de Matemática em aspectos como as
      imagens/significados/sentimentos dos professores sobre a docência. Relação
      professor-aluno. A sala de aula como espaço etnomatemático.
      Referências
      CARVALHO, D. L. (Org.). Travessias, expectativas e reflexões sobre aulas de matemática.
      CEMPEN: FAE UNICAMP, 2002.
      D’AMBROSIO, U. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte:
      Autêntica, 2005.
      FANFANI, E. T. Consideraciones sociológicas sobre profesionalização docente. Educação &
      Sociedade, Campinas, n. 99, maio/ago. 2007.
      HALMENSCHLAGER, Vera Lucia da Silva. Etnomatemática: uma experiência
      educacional. São Paulo: Summus, 2001.
      HARGREAVES, A. Os professores em tempo de mudança: o trabalho e a cultura dos professores na
      idade pós-moderna. Lisboa: Ed. McGraw, 1994
      MENDES, Iran (Org.) Educação (Etno)Matemática: pesquisas e experiências.
      Natal: Flecha do Tempo, 2004.
      SKOSVSMOSE, O. Educação Matemática Crítica: a questão da democracia. Campinas: Ed. Papirus,
      2001.
      SZTAJN, P. Conteúdos, atitudes ideologias: a formação do professor de matemática. In: CANDAU,
      V. M. (Org.). Magistério Construção Cotidiana. Petrópolis: Ed.Vozes, 1997.
      TEDESCO, J. C.; FANFANI, E. Nuevos tiempos y nuevos docentes. In: CONFERÊNCIA
      REGIONAL “O DESEMPENHO DE PROFESSORES NA AMERICA LATINA E CARIBE:
      NOVAS PRIORIDADES”, 2002, Brasília. Anais. Brasília: BID/UNESCO/ME, 2002.
      VERGANI, Teresa. Educação etnomatemática: o que é? Lisboa: Pandora, 2000.
      ZASLAVSKY, Claudia. Jogos e atividades matemáticas do mundo inteiro: diverão
      multicultural para idade de 8 a 12 anos. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
    8. Alfabetização e Letramento.
      Ementa:Discussão dos conceitos de alfabetização e letramento sob diferentes
      perspectivas: antropológica, linguística, psicológica e pedagógica, e as implicações no
      processo de ensino e aprendizagem de leitura e escrita.
      Referências
      BAGNO, M. Preconceito lingüístico. São Paulo: Edições Loyola, 1999.
      BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec,1999.
      BERNSTEIN, B. Class, code and control. Vol.1. Londres: Routledge & Kegan
      Paul, 1971.
      CAGLIARI, L. E. Alfabetização e lingüística. 5ª. ed. São Paulo: Scipione, 1992.
      CASTANHEIRA, M.L., MACIEL, F. e MARTINS, R. (Orgs.) Alfabetização e letramento na sala de
      aula. Belo Horizonte: Autêntica Editora: Ceale, 2008.
      MARINHO, M.; TEODORO, G. (Org.). Cultura escrita e letramento. Belo Horizonte: editora
      UFMG, 2010.
      RIBEIRO, V. M. (Org.) Letramento no Brasil. São Paulo: Global, 2003.
      ROJO, R. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editoral, 2009.
      SANTOS, C. F. e MENDONÇA, M.. Alfabetização e Letramento: conceitos e relações. Belo
      Horizonte: Autêntica, 2005.
      SOARES, M. Alfabetização e Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,
      1998.
    9. Leitura e Escrita de Palavras.
      Ementa:Modelos e processos de reconhecimento da palavra escrita. Teorias sobre o
      desenvolvimento da aprendizagem da leitura da palavra e implicações para a
      aprendizagem inicial da língua escrita. Desenvolvimento das estratégias de leitura.
      Dificuldades de leitura de palavras na fase da alfabetização.
      Referências
      ADAMS, M. J. Beginning to read: thinking and learning about print. Cambridge: MIT Press, 1990.
      BEECH, J. R. Ehri’s model of phases of learning to read: A brief critique. Journal of Research in
      Reading, Oxford, v. 28, n. 1, p. 50-58, 2005.
      EHRI, L. C. Development of sight word reading: phases and findings. In: SNOWLING, M. J.;
      HULME, C. (Orgs.). The Science of Reading: a Handbook. Oxford: Blackwell, 2005a. p. 135-154.
      EHRI, L. C. Learning to read words: theory, finding and issues. Scientific Studies of Reading,
      Cameron, v.9, n. 2, p. 167-188, 2005b.
      ELLIS, A. W. Leitura, escrita e dislexia: uma análise cognitiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
      GOMBERT, J. E. Atividades metalinguísticas e aprendizagem da leitura. In: MALUF, M. R. (Org.).
      Metalinguagem e aquisição da escrita: contribuições da pesquisa para a prática da alfabetização. São
      Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
      GUIMARÃES, S. R. K. Aprendizagem da língua escrita: o papel das habilidades metalinguísticas.
      São Paulo: Vetor Editora, 2005.
      MORAIS, J. A arte de ler. Trad. Álvaro Lorencini. São Paulo: Editora Universidade Estadual
      Paulista, 1996.
      PINHEIRO, A. M. P. Leitura e escrita: uma abordagem cognitiva. 2 ed. Campinas: Editora Livro
      Pleno, 2008.
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      GUIMARÃES, S. R. K. (Orgs.). Desenvolvimento da linguagem oral e escrita. Curitiba: Editora da
      UFRP, 2008.
    10. Compreensão e Produção Textual.
      Ementa:Conceitos de linguagem, leitura e escrita. Capacidades de compreensão e
      condições de produção de gêneros textuais orais e escritos.
      Referências
      ALBUQUERQUE, Eliana B. C., MORAIS, Artur G. E FERREIRA, Andréa Tereza B. As práticas
      cotidianas de alfabetização: o que fazem as professoras? In: Revista Brasileira de Educação. V. 13,
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      BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
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      PR: Kaygangue, 2005.
      LAJOLO, M.; ZILBERMAN, R. Das tábuas da lei à tela do computador: a leitura em seus discursos.
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      prática da alfabetização. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
      PICOLLI, L.; CAMINI, P.. Práticas pedagógicas em alfabetização: espaço, tempo e corporeidade.
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      ROJO, Roxane; CORDEIRO, Glaís Sales (trad. Org.) Gêneros orais e escritos na
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      SANTOS, Carmi Ferraz e MENDONÇA, Márcia. Alfabetização e Letramento: conceitos e relações.
      Belo Horizonte: Autêntica, 2005
      SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado das Letras,
      2004.
    11. Processo de Aprendizagem do Sistema de Escrita: Aspectos Ortográficos.
      Ementa:Relações entre os aspectos ortográficos e o sistema fonológico da língua
      portuguesa. Apropriação da ortografia no processo de alfabetização. Intervenções
      pedagógicas que possibilitam a apropriação da ortografia pelos aprendizes.
      Referências
      BRITO, E. PCNs de língua portuguesa: a prática em sala de aula. São Paulo:
      Villipress, 2000.
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      KLEIMAN, A. B. (org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras,
      1995.
      LARA, Gláucia Muniz Porenç (org). Lingua(gem), texto, discurso: entre a reflexão e a
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      língua portuguesa. Psicol Teor Pesq. 2005; 21(1):77-84.
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      de Janeiro: Vozes; São Paulo: ABPp, 2006, 144-162.
    12. Avaliação da Aprendizagem na Alfabetização.
      Ementa:Fundamentos da avaliação diagnóstica como procedimento de ensino.
      Instrumentos e estratégias de avaliação diagnóstica e o processo de alfabetização.
      Registro e análise das respostas dos alunos: implicações para o planejamento da
      alfabetização. Acompanhamento do processo de aprendizagem dos alunos e a
      avaliação processual.
      Referências
      CASTANHEIRA, M. L.; MACIEL, F. I. P.; MARTINS, R. M. F. Alfabetização e letramento na sala
      de aula. Belo Horizonte: CEALE/Autêntica, 2008.
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      SAEB 2003. Brasília, 2004. Disponível em <http://www.inep.gov.br>. Acesso em 05 de jul. 2004.
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      SOARES, M.; MACIEL, F. Alfabetização no Brasil – O Estado do Conhecimento. Brasília:
      INEP/MEC, 2000.
      _______. Pedagogia Cidadã; Carderno de Formação: Alfabetização. São Paulo, Unesp, 2003.
      VIANNA, H. M. Avaliação educacional e o avaliador. São Paulo: IBRASA, 2000.
      WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2000.
    13. Educação, Tecnologia e Sociedade.
      Ementa:Estudo do conceito de Tecnologia e de Educação Tecnológica. Busca de
      compreensão sobre o uso das tecnologias em geral e das tecnologias assistivas em
      particular, e análise de sua evolução e repercussão na sociedade. História das
      tecnologias e dos seus criadores, dos seus efeitos econômicos, sociais, políticos e
      culturais. Explicitação do papel da Informação no capitalismo do século XXI.
      Referências
      ALAVA, S. et al. Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais?. Porto
      Alegre: Artmed, 2002.
      ARAÚJO, J. C. S. Para uma análise sobre as representações das técnicas de ensino. In: VEIGA, I. P.
      A. (Org.). Técnicas de Ensino: por que não?. Campinas: Papirus, 1991.
      ARRUDA, E. P. Aprendizagens e jogos digitais. Campinas: Alinea, 2011.
      BARRETO, R G. Formação de professores, tecnologias e linguagens. São Paulo: Loyola, 2002.
      (Coleção Tendências).
      BAUMAN, Z. Identidade: Entrevista a Benedetto Vecchi. Trad. Carlos Alberto Medeiros. Rio de
      Janeiro: Jorge ZAHAR Editor, 2005.
      BRIGGS, A.; BURKE, P. Uma história social da mídia: de Gutenberg à internet. Rio de Janeiro:
      Jorge Zahar Editor, 2004.
      KOP, R. The Unexpected Connection: Serendipity and Human Mediation in Networked Learning.
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      MARTIN-BARBERO, J. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003.
      VIEIRA PINTO, A. O conceito de tecnologia. v. 1. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.
    14. Tecnologias Educacionais.
      Ementa: Estabelecimento de relações entre a educação e as demandas de formação
      escolar ou de qualificação de crianças e jovens para as novas competências e
      habilidades requeridas para o trabalho. Reflexão sobre as tecnologias educacionais
      contemporâneas, incluindo as tecnologias assistivas, e seus usos pedagógicos,
      consoante a matriz política que as orientam. Experimentação sobre usos pedagógicos
      emancipatórios de tecnologias digitais.
      Referências
      ALENTE, J.A. (Org.) O Professor no Ambiente Logo: formação e atuação.
      Campinas: Unicamp, 1996. 435p.
      ARRUDA, E. P. Aprendizagens e jogos digitais. Campinas: Alinea, 2011.
      CANCLINI, N. G. Diferentes, desiguais e desconectados: mapas da interculturalidade. Rio de
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      CANCLINI, N. G. Consumidores e Cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de
      Janeiro: Editora UFRJ, 1999.
      FONSECA, L.; LIMA, C. (Orgs.). Paralisia Cerebral: neurologia, ortopedia e reabilitação. Rio de
      Janeiro: Medbook, 2008.
      LIBÂNEO, J.C. Adeus Professor, Adeus Professora? São Paulo: Cortez, 1998
      REIS, N. M. M. Tecnologia Assistiva: recursos facilitadores no processo de aprendizagem dos
      alunos com necessidades educacionais especiais. PUC Virtual, 2005.
      SANTOS, O. Reestruturação Capitalista, Educação e Escola. In: FÓRUM NACIONAL DE
      PEDAGOGIA, 2004, Belo Horizonte. Anais... Disponível em:
      <http://www.unifemm.edu.br/graduacao/fafisete/pedagogia/banco%20de%20textos/restruturacao_tra
      balho_oder_jose_dos_santos.pdf>
      SOUTO, A. C. A Tecnologia Assistiva na educação: uma contribuição da terapia ocupacional.
      Disponível em:
      <http://saci.org.br/index.php?modulo=akemi&parametro=12488>.
    15. Educação à Distância.
      Ementa: Perspectivas teóricas e empíricas que fundamentam as práticas educacionais
      em um contexto de incorporação dinâmica das tecnologias de informação e
      comunicação (TICs) nos processos de aprendizagem. Ênfase na modalidade de Ensino
      à Distância. Relação entre os diversos recursos tecnológicos, o ensino e a
      aprendizagem à distância. Utilização do microcomputador e suas respectivas
      plataformas tecnológicas (programas) na Educação à Distância. Criação e
      desenvolvimento de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA). Perspectivas
      políticas, sociais, de planejamento e avaliação de sistemas de Educação à Distância. O
      papel da Educação à Distância na formação de pessoas com deficiência e o lugar
      ocupado pelas tecnologias assistivas nesse processo.
      Referências
      ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (ABED). Campus computing
      Report.Br: a computação e tecnologia da informação nas instituições de ensino superior no Brasil.
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      BEHAR, P. A. (Org.). Modelos pedagógicos em educação à distância. Porto Alegre: Artmed, 2009.
      JOHNSON, L.; LEVINE, A.; SMITH, R.; STONE, S. The 2010 Horizon Report. Austin: The New
      Media Consortium, 2010.
      LITTO, F. M; FORMIGA, M. M. M. (Org.). Educação à distância: o estado da arte. São Paulo:
      Pearson Education do Brasil, 2009.
      MATTAR, J. Games em educação: como os nativos digitais aprendem. São Paulo: Pearson Prentice
      Hall, 2010.
      MOORE, M. G. (Org.). Handbook of distance education. 2ª ed. Mahwah: Lawrence Erlbaum, 2007.
      SILVA, M. A.; SANTOS, E. Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola,
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      ______. Sala de aula interativa. 4ª ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2006.
      SILVA, M.; PESCE, L.; ZUIN, A. (Orgs.). Educação online: cenário, formação e questões didáticometodológicas.
      Rio de Janeiro: Wak, 2010.
      TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas. São Paulo: Senac SP, 2010.
      VALENTE, C.; MATTAR, J. Second Life e Web 2.0 na educação: o potencial revolucionário das
      novas tecnologias. São Paulo: Novatec, 2007.
    16. Escola, mídias e tecnologia.
      Ementa: Análise das transformações nos processos de conhecimento ante as mídias
      contemporâneas. Mídias e desigualdade social: processos de exclusão. Novas
      tecnologias e escola. O aluno ante as novas mídias.
      Referências
      ALAVA, S. et al. Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais?. Porto
      Alegre: Artmed, 2002.
      ALMEIDA, M. E. Informática e formação de professores. v. 2. Brasília: Ministério da Educação;
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      redundante. In: ENCONTRO DA ULEPICC-BRASIL: DIGITALIZAÇÃO E SOCIEDADE, 2.,
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      ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (ABED). Campus computing
      Report.Br: a computação e tecnologia da informação nas instituições de ensino superior no Brasil.
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      ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (ABED). Censo ead.br. São
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      formas de usar a linguagem. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
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      Collaborative Web Exploration Activities Supported by Shared Displays. Educational Technology &
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      LIBÂNEO, J.C. Adeus Professor, Adeus Professora? São Paulo: Cortez, 1998.
      LITTO, F. M; FORMIGA, M. M. M. (Org.). Educação à distância: o estado da arte. São Paulo:
      Pearson Education do Brasil, 2009.
      MAIA, C.; MATTAR, J. ABC da EaD: a educação à distância hoje. São Paulo: Pearson, 2007.
      TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas. São Paulo: Senac SP, 2010.
    17. Teatro e Educação.
      Ementa: Educação estética e a cena. Aproximações e divergências entre as
      denominações Pedagogia do teatro e Teatro na educação. Estudos comparativos entre
      os procedimentos metodológicos do ensino de teatro contemporâneo: Jogo Teatral
      (Spolin), Peça Didática (Brecht) Drama (Heathcote), Teatro do Oprimido (Boal), View
      points e teatro improvisacional. Reflexão e discussão acerca das estratégias didáticas e
      dos usos educacionais do teatro.
      Referências
      BOAL, A. Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira. 2000.
      BOAL, A. Teatro do oprimido. 22ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
      BOGART, A. LANDAU, T. The viewpoints book: a practical guide to viewpoints and composition.
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      CABRAL, B. Drama como método de ensino. São Paulo: Hucitec; Edições Mandacaru, 2006.
      HUIZINGA, J. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. 4ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2000.
      JOHNSTONE, K. Impro: improvisación y el teatro. Santiago de Chile: Ed. Cuatro Vientos, 2000.
      MARTINS, M. B. Encenação em jogo. São Paulo: Hucitec, 2004.
      PUPO, M. L. S. B. Entre o Mediterrâneo e o Atlântico: uma aventura teatral. São Paulo:
      Perspectiva/Fapesp, 2005.
      REVERBEL, O. G. Um Caminho do Teatro na Escola. São Paulo: Scipione, 1997.
      RYNGAERT, J. P. Jogar, representar: práticas dramáticas e formação. São Paulo: CosacNaify, 2009.
      SPOLIN, V. O jogo teatral no livro do diretor. São Paulo: Perspectiva, 1999.
      ______. Jogos teatrais: o fichário de Viola Spolin. São Paulo: Perspectiva, 2001.
    18. Práticas e Formação Artística em Contextos Não Escolares.
      Ementa: Estudos das inter-relações estabelecidas entre os projetos de formação
      artística e os processos sócio-culturais. A discussão da cidade e seus espaços públicos
      como lugar privilegiado para intervenções artísticas. A dimensão da experiência
      artística e estética nos processos formativos e de ação cultural. Conhecimento
      interdisciplinar das artes nos processos de educação não formal. Avaliação das
      práticas artísticas em contextos não escolares (Associações, ONGs, Fundações, etc).
      Referências
      BAUMAN, Z. Comunidade: a busca de Segurança no Mundo Atual. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
      BENASAYAG, M. Le Mythe de L’Individu. Paris: La Découverte, 2004.
      BHABHA, H. K. O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2010.
      BONDÍA, J. L. Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
      BONNET, E. Théâtre et Arts plastiques: Entre Chiasmes et Confluences. Le Mont-Houy: Presses
      Universitaires de Valenciennes, 2002.
      COHEN CRUZ, J. Local Acts: Community Based Performance in the United States. New Jersey:
      Rutgers University Press, 2005.
      CORREA, A. D. (Org.). Ensino de artes: múltiplos olhares. Ijuí: Ed. Unijui, 2004.
      PRENTKI, T.; PRESTON, S. The Applied Theatre Reader. Londres: Routledge, 2009.
      RANCIÈRE, J. O Mestre Ignorante. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
      SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo?. São Paulo: Editora
      Paulus, 2005.
      TEIXEIRA COELHO, J. A cultura e seu contrário. São Paulo: Iluminuras, 2008.
      WU, C. T. Privatização da cultura: a intervenção corporativa nas artes desde os anos 80. São Paulo:
      Boitempo, 2006.
    19. Jogo e Educação.
      Ementa: Jogo e recreação. Estudo histórico da ludicidade e corporeidade. Concepções
      e origem dos jogos e brincadeiras. O significado do lúdico e do corpo na prática
      cultural. O lúdico e o corpo como fonte de compreensão do mundo e seu papel na
      educação. O jogo simbólico da criança, a corporeidade, a representação, o
      desenvolvimento de sua autonomia e socialização. O faz de conta e a imitação no
      processo de aprendizagem.
      Referências
      BROUGÈRE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1995.
      BROUGÈRE, G. Jogo e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
      CHATEAU, J. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
      COURTNEY, R. Jogo, teatro e pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980.
      ELKONIN, D. B. Psicologia do jogo. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
      FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e
      Terra, 1996.
      GIL, J. P. A. Para além do jogo. 1999. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de
      Santa Maria, Santa Maria. 1999.
      HUIZINGA, J. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1971.
      VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
      VIGOTSKI, L. S. Psicologia pedagógica. Trad. Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
      VIGOTSKI; LURIA; LEONTIEV. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone,
      1998.
      VIGOTSKI, L. S. La Imaginación y el arte en la infancia. Madri: Akal, 1982.
    20. Educação e Divulgação Científica em Museus.
      Ementa: Discussão teórica sobre função, modelos e desafios da educação e da
      divulgação científica em museus e espaços de ciências. Análise de exposições,
      discussão sobre técnicas e métodos de interação. Pesquisas sobre impacto das ações
      educativas e sobre a percepção dos diferentes públicos que visitam esses espaços.
      Referências
      BEETLESTONE, J. G. et al. The Science Center Movement: contexts, practice, next challenges.
      Public Understanding of Science. v. 7, n. 1, p. 5-26, 1998.
      BOURDIEU, P.; DARBEL, A. O amor pela arte: os museus de arte na Europa e seu público. São
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      BRADBURNE, J. M. Dinosaurs and white elephants: the science center in the twenty-first century.
      Public Understanding of Science. v. 7, n. 3, p. 237-253, 1998.
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      FALK, J. H.; LYNN D. D. Learning from Museums: visitor experiences and the making of meaning.
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      FIGUEIREDO, B. G.; VIDAL, D. G. Museus: dos gabinetes de curiosidades ao museu moderno.
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      MASSARANI, L.; MEZARGORA, M.; RODARI, P. Diálogos & ciência: mediação em museus e
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      ROBERTS, L. C. From Knowledge to Narrative: Educators and the Changing Museum. Washington
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    21. História das Ciências e da Difusão da Cultura Científica no Brasil.
      Ementa: Investigações históricas da atividade de divulgação científica no Brasil,
      enfatizando como seus objetivos, personagens e visões transmitidas vêm mudando ao
      longo dos séculos. Estudo das diferentes concepções de cultura científica subjacente a
      projetos de modernização do país e a análise das interações entre cultura escolar e
      cultura científica. Exame do papel das instâncias escolares na dinâmica de
      transformação e disseminação de valores, métodos, estilos discursivos e perspectivas
      científicas.
      Referências
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      LAFOLLETTE, M. Making science our own: public images of science 1910-1955. Chicago:
      University Chicago Press, 1990.
      MASSARANI, L. et al (Orgs.). Ciência e público: Caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio
      de janeiro: Casa da cultura, 2002.
      SHINN, T.; WHITLEY, R. (Orgs.). Expository science: forms and functions of popularization.
      Dordrecht: Reidel, 1985.
    22. Modelos e Dilemas da Divulgação da Ciência e da Tecnologia.
      Ementa: Abordagem dos principais modelos e princípios adotados na área da
      divulgação da ciência e da tecnologia, considerando-se um panorama internacional,
      bem como os contextos culturais e históricos em que eles surgem, entre os quais:
      modelos de déficit versus de engajamento público; ativismo e crítica à ciência (versus
      promoção da ciência). O curso discute interesses e motivações envolvidas nas
      atividades de divulgação e as limitações enfrentadas.
      Referências
      BAUER, M. W.; PETKOVA, K.; BOYADJJEWA, P. Public knowledge of and attitudes to science -
      alternative measures. Science, Technology & Human Values, v. 25, n. 1, p. 30-51, 2000.
      COLLINS, H. M.; PINCH, T. The Golem: what everyone should know about science.
      Cambridge/New York: Cambridge University Press, 1993.
      EINSIEDEL, E.; JELSØE, E.; BRECK, T. Publics at the technology table: the consensus conference
      in Denmark, Canada, and Australia. Public Understanding of Science, v. 10, n. 1, p. 83-98, 2001.
      GODIN, B.; GINGRAS, Y. What is scientific and technological culture and how is it measured? A
      multidimensional model. Public Understanding of Science, v. 9, n. 1, p. 43-58, 2000.
      IRWIN, A.; WYNNE, B. (Orgs.). Misunderstanding Science? The Public Reconstruction of Science
      and Technology. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.
      MASSARANI, L.; TURNEY, J.; MOREIRA, I. Terra Incógnita: a interface entre ciência e público.
      Rio de Janeiro: Casa da Ciência, Museu da Vida e Vieira & Lent, 2005.
      MILLER, J. D.; PARDO, R.; NIWA, F. Public Attitudes Toward Science and Technology: A
      Comparative Study of the European Union, the United States, Japan, and Canada. Madrid: BBV
      Foundation, 1997.
      WYNNE, B. Public Understanding of Science. In: JASANOFF, S.; MARKLE, G.E.; PETERSEN, J.
      C.; PINCH, T. (Orgs.). Handbook of Science and Technology Studies. Thousand Oaks: Sage, 1995.
      p. 361-388.
      ZIMAN, J. Not Knowing, Needing to Know, and Wanting to Know. In: LEWENSTEIN, B. V. When
      Science Meets the Public. Washington: American Association for the Advancement of Science,
      1992.
    23. Infância: Cultura, História, Direitos e Políticas Públicas.
      Ementa: Processos históricos de conformação da infância na modernidade:
      referenciais analíticos. A infância na contemporaneidade: inserção das crianças,
      materiais, representações e práticas de socialização. O direito à educação infantil no
      Brasil: bases sócio-culturais, políticas e legais. Oportunidades educacionais na
      educação infantil e o desafio da democratização. O profissional da educação infantil:
      formação, identidade e profissionalização.
      Referências
      BOUVIER, S. M. Transformação dos modos de socialização das crianças: uma abordagem
      sociológica. Educação & Sociedade, v. 26, n. 91, p. 391-404, mai/ago. 2005.
      BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto, SEB/COEDI. Política Nacional de Educação
      Infantil. Brasília, 2004.
      FARIA FILHO (Org.). A infância e sua educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
      FARIA, A. L. G. (Org.). Por uma cultura da infância. São Paulo: Autores Associados, 2002.
      GOUVEA, M. C. Tempos de aprender: a produção histórica da idade escolar. Revista Brasileira de
      História da Educação, Campinas, n. 8, ago/dez. 2004.
      MACHADO, M. L. A. (Org.). Encontros e desencontros em educação infantil. São Paulo: Cortez,
      2002.
      NEVES, V. F. A; GOUVÊA, M. C. S.; CASTANHEIRA, M. L. A passagem da educação infantil
      para o ensino fundamental: tensões contemporâneas. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 37, p. 121-
      140, 2011.
      SILVA, A. L.; MACEDO, A. V.; NUNES, A. (Orgs.). Crianças indígenas. São Paulo: Fapesp, 2002.
      SOARES, A. S. Meninas ou professores: realidade e perspecitvas da formação do profissional da
      educação infantil. In: CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE FORMAÇÃO DE
      EDUCADORES, 11., 2011, Águas de Lindóia. Anais... São Paulo: Ted Art Editora Ltda, 2011.
      SOUZA, G. de (Org.). Educar na infância: perspectivas histórico-sociais. São Paulo: Contexto,
      2010ª.
      VIEIRA, L. M. F. A Educação infantil e o Plano Nacional de Educação: as propostas da CONAE
      2010. Educação & Sociedade, Campinas, v. 31, n. 112, jul./set. 2010b.
    24. Fundamentos Psicológicos e Antropológicos do Desenvolvimento Infantil.
      Ementa: Concepções de infância, de desenvolvimento e de aprendizagem. A
      construção das diversas linguagens e suas relações com o pensamento. Aspectos do
      desenvolvimento psicomotor, cognitivo, afetivo e sócio-cultural das crianças até seis
      anos de idade, enfocando prioritariamente as interações que elas estabelecem com seu
      meio de cultura. A dimensão simbólica e suas manifestações. Implicações para a
      prática pedagógica.
      Referências
      BROUGÈRE, G. Brinquedo e Cultura. São Paulo: Cortez, 1995.
      BROUGÈRE, G. Jogo e a Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
      CERISARA, A. B. A educação infantil e as implicações pedagógicas do modelo histórico-cultural.
      Cadernos Cedes, Campinas, n. 35, 1995.
      COLL, C.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. (Org.). Desenvolvimento psicológico e educação:
      psicologia evolutiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
      GOULART, M. I. Simbolismo e Expressividade na Educação Infantil: reflexões a partir da prática.
      Presença Pedagógica, Belo Horizonte, set./out. 1998.
      LIMA, E. S. Desenvolvimento e aprendizagem na escola: aspectos culturais, neurológicos e
      psicológicos. São Paulo: GEDH, 1997. (Série “Separatas”).
      MUNIZ, L. Naturalmente criança: a educação infantil de uma perspectiva sociocultural. In:
      KRAMER; LEITE; NUNES; GUIMARÃES. Infância e Educação Infantil. São Paulo: Papirus, 1999.
      OLIVEIRA, Z. M. Interações sociais e desenvolvimento: a perspectiva sócio-histórica. Cadernos
      Cedes, Campinas, n. 35, 1995ª.
      SILVA, I. O.; LUZ, I. R.; FARIA FILHO, L. M. Grupos de pesquisa sobre infância, criança e
      educação infantil no Brasil: primeiras aproximações. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro,
      v. 15, p. 84-97, 2010.
      TUNES, E. Os conceitos científicos e o desenvolvimento do pensamento verbal. Cadernos Cedes,
      Campinas, n. 35, 1995.
      VALSINER; VERR. Vygotsky, uma síntese. São Paulo: Ed. Loyola, 1996.
      WAJSKOP, G. A brincadeira entre a teoria e a prática: pistas para a reflexão. Revista Motrivivência,
      Santa Catarina, ano VII, n. 8, dez. 1995.
    25. Escola e sociedade contemporânea.
      Ementa: Análise das relações escola-sociedade no contexto contemporâneo de
      processos globalizatórios. Estudo das relações entre público e privado na escola
      contemporânea. A escola fundamental no Brasil ante as novas regulações. Escola e
      profissão docente na contemporaneidade.
      Referências
      COSTA, V.L.C. (Org.). Gestão educacional e descentralização: novos padrões. São Paulo: Cortez;
      fundap, 1997.
      ENGUITA, M. F. A ambigüidade da docência: entre o profissionalismo e a proletarização. Revista
      Teoria & Educação, Porto Alegre, n. 4, p. 41-61, 1991.
      ESTEVE, J. M. O mal-estar docente: a sala-de-aula e a saúde dos professores. Trad. Durley de
      Carvalho Cavicchia. Bauru: EDUSC, 1999.
      JULIA, D. Les trois couleurs du tableau noir - La Révolution. Paris: Éditions Belin, 1981.
      KRAWCZYK, N. R.; VIEIRA, V. L. Um estudo sobre o estado da arte da reforma educacional na
      década de 90 na América Latina: Brasil, Argentina, Chile e México. Relatório de pesquisa, São
      Paulo, FAPESP, mai. 2005.
      NÓVOA, A. (Org.). Profissão professor. Porto: Porto, 1991.
      OLIVEIRA, D. A. (Org.). Reformas Educacionais na América Latina e os Trabalhadores Docentes.
      Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
      OLIVEIRA, D. A.; ROSAR, M. F. F. Política e gestão da educação. Belo Horizonte: Autêntica,
      2002.
      PEREYRA, M. et al. (Comp.). Globalización y descentralización de los sistemas educativos.
      Barcelona: Pomares-Corredor, 1996.
      WARDE, M. (Org.). Novas políticas educacionais: críticas e perspectivas. São Paulo: PUC, 1998. p.
      193-213.
    26. Identidades Socioterritoriais, Movimentos Sociais e Educação do Campo.
      Ementa: Sujeitos coletivos, movimentos sociais e educação. Estudo e discussão de
      conceitos fundamentais - Identidades, subjetividade, cultura e território - para a
      educação do campo.
      Referências
      BABIN, P.; KOULOUMDIJIAN, MF. Os novos modos de compreender: a geração do audiovisual e
      do computador. São Paulo: Paulinas, 1989.
      CALDEIRA, T. P. do R. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo:
      Editora 34/Edusp, 2000.
      CORD, D. A dimensão grupal nas salas de aula: um aspecto pouco investigado. In: ZANELLA, A.
      V. et al (Orgs.). Psicologia e práticas sociais. Porto Alegre: AbrapsoSul, 1997. p.155-167.
      GRACINDO, R. V. et al. Conselho Escolar e Educação do Campo. Brasília, MEC/SEB 2006.
      HADDAD, S.A. e GRACIANO, M.(orgs). A Educação entre os Direitos Humanos. Autores
      Associados; São Paulo, 2006.
      HAESBAERT, R. Concepções de território para entender a desterritorialização. In: SANTOS, M. et
      AL. Território territórios. Niterói: PPGEO- UFFF/AGB, 2002.
      MARTINS, J. de S. A chegada do estranho. São Paulo: Hucitec, 1993.
      SANTOS, M. Território e dinheiro. Território territórios. Niterói: Programa de pós-graduação em
      Geografia – PPGEO- UFFF/AGB, 2002.
    27. Gestão e Políticas Públicas na Educação do Campo.
      Ementa: Direitos Sociais. Conceito de Política Pública. Sistema educacional e
      modalidades de ensino: perspectivas históricas e abordagens atuais. Desafios para a
      atuação dos professores e para a gestão das instituições educacionais, com ênfase nas
      diferentes modalidades de ensino. Fundamentos da educação do campo.
      Referências
      BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer n. 9/2009.
      BRASIL. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília:
      2008.
      CALDART, R. S. Educação do Campo. In: CALDART, R. S.; PEREIRA, I. B.; ALENTEJANO, P.;
      FRIGOTTO, G. (Orgs.). Dicionário da Educação do Campo. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de
      Saúde Joaquim Venâncio; São Paulo: Expressão Popular, 2012.
      CURY, C. R. J. Sistema nacional de educação: desafio para uma educação igualitária e federativa.
      Educação & Sociedade, Campinas, v. 29, n. 105, p.1187-1209, dez. 2008.
      DUBET, F. O que é uma escola Justa? Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 34, n. 123, p. 539-555,
      set/dez. 2004.
      FOWERAKER, J. A luta pela terra: a economia política da fronteira pioneira no Brasil de 1930 aos
      dias atuais. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
      GRAZIANO, N. A tragédia da terra: o fracasso da reforma agrária no Brasil. São Paulo: UNESP,
      1991.
      HADDAD,S.A e GRACIANO,M.(orgs). A Educação entre os Direitos Humanos. Autores
      Associados; São Paulo, 2006.
      IANNI, O. Origens agrárias do Estado Brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1984.
      MOLINA, M. C. A contribuição do programa nacional de educação na reforma agrária para a
      promoção do desenvolvimento sustentável. Brasília: PRONERA, 2003.
      SANTOS, C. (Org.) Educação do Campo: campo- políticas públicas – educação.
      Brasília : Incra ; MDA, 2008.
    28. Letramentos e Ciências na Educação do Campo.
      Ementa: Letramento científico e numeramento. Linguagens e escritas como
      instrumentos do conhecimento. Aspectos históricos e sociológicos das ferramentas
      cognitivas. Etnomatemática. Perspectivas e fundamentos para a organização e
      produção de materiais em projetos de letramentos na educação rural.
      Referências
      BIZZO, N. Ciências: fácil ou difícil. São Paulo: Editora Ática, 19-.
      CALDART, R. S.; PEREIRA, I. B.; ALENTEJANO, P.; FRIGOTTO, G. (Orgs.). Dicionário da
      Educação do Campo. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio; São Paulo:
      Expressão Popular, 2012.
      CHASSOT, A. A Ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 1994.
      KATO, M. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
      KAUFMAN, A. M.; RODRIGUES, M. E. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artes
      Médicas, 1995.
      KLEIMAN, A. (Org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1995.
      KOCH, I. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1995.
      LAHIRE, B. Sucesso escolar nos meios populares: as razões do improvável. Trad. Ramon Américo
      Vasques. São Paulo: Ática, 1997.
      LANDSMANN, L. T. Aprendizagem da linguagem escrita. Trad. Cláudia Schilling. São Paulo:
      Ática, 1995.
      SANTOS, M. Território e dinheiro. Território territórios. Niterói: Programa de pós-graduação em
      Geografia – PPGEO- UFFF/AGB, 2002.
    29. Relação Campo/Cidade e Territorialidade.
      Ementa: Marco inicial: urbanização e industrialização. O nascimento da problemática
      urbana. A relação campo–cidade na sociedade moderna. As transformações no/do
      espaço da cidade: reflexões sobre o processo de urbanização brasileira. A
      modernização da sociedade brasileira e a fronteira entre o agrário e o urbano
      decorrente desse processo. Conceitos de território e territorialidade. Dimensões e
      recortes territoriais. Territorialidade camponesa e desenvolvimento.
      Referências
      BRESCIANI, M. S. M. Londres e Paris no século XIX: o espetáculo da pobreza. São Paulo:
      Brasiliense, 1994.
      CALDEIRA, T. P. do R. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo:
      Editora 34/Edusp, 2000.
      CHALHOUB, S. Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte imperial. São Paulo: Companhia das
      letras, 1996.
      GOMES, P. C. C.; CORRÊA, R. L. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand
      Brasil, 1995.
      HAESBAERT, R. (Org.). Globalização e fragmentação no mundo contemporâneo. Niterói: EDUFF,
      1998.
      JACOBS, J. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
      LEFEBVRE, H. A revolução urbana. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
      MAIA, D. S. Hábitos rurais em vidas urbanas. In: CARLOS, A. F. A.; SEABRA, O. C. de L.;
      DAMIANI, A. L. (Orgs.). O espaço no fim do século a nova raridade. São Paulo: Contexto, 2001. p.
      214-220.
      RAFFESTAN, C. Por geografia do poder. São Paulo: Editora Ática, 1993.
      SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
      VEIGA, J. E. Cidades Imaginárias. Campinas: A. A., 2002.

    1-  Letramentos e Relações Raciais na Educação de Jovens e Adultos

    1) EMENTA

    Concepções e conceitos básicos dos estudos de Letramento, Relações Raciais e formação de leitores jovens e adultos: das tábuas às telas virtuais. Pesquisas nacionais INAF, IBGE (Amostra de Domicílio). Implicações desses conceitos e pesquisas para a prática educativa visando a Educação Racial de Jovens e Adultos.

    2) OBJETIVOS

    Discutir contribuições que os estudos e pesquisas sobre Letramento trazem à Educação Racial de Jovens e adultos. Problematizar concepções e delimitar a extensão dos conceitos. Analisar questões relacionadas a pesquisas quantitativas e qualitativas e suas implicações para a prática na sala de aula, considerando as relações raciais nos materiais didáticos, textos  literários e não-literários.

    3) PROGRAMA

    1. Conceitos básicos: Educação Racial de jovens e Adultos, Alfabetização, Letramento, Inclusão Digital, Alfabetismo Funcional e outros correlatos, cybercultura, hipertexto e multimodalidade.
    2. Concepção de Leitura, escrita e Letramento digital: letramento como uma das condições para a inserção do homem no mundo globalizado..
    3. Pesquisas Quantitativas e Qualitativas, Indicadores, Índices Nacionais e experiências locais – diálogos. Relações entre Raça, classe e alfabetismo.
    4. AVALIAÇÃO

    Será feita através da participação nas aulas expositivas, leituras, da apresentação de seminários, produção de um artigo (em dupla ou trio/ a ser definido posteriormente).

    1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    FERNANDES, F. A integração do negro na sociedade de classes. São Paulo: USP, 1964.

    FERRAZ, Flavia S. M. Hipertexto digital e gêneros discursivos. Estudos Linguísticos, v. 36, n. 3, p. 91-99, 2007.

    FERREIRA, Aparecida de Jesus F. Relações Étnico-Raciais, de Gênero e Sexualidade: Perspectivas Contemporâneas. 2014.

    GOMES, Nilma Lino. Educação e relações raciais: discutindo algumas estratégias de atuação. In: MUNANGA, Kabengele (org.) Superando o racismo na escola. Brasília: MEC, 1999.

    KLEIMAN, Ângela B. Os significados do letramento. Cap. 1. São Paulo: Mercado de letras, 1995.

    OLIVEIRA, Míria Gomes de . Letramento, Utopia e Inclusão social na escola. Língua Escrita, v. 4, p. 22-50, 2008.

    RIBEIRO, Vera M. ; FONSECA, M. C. F. R. . Matriz de referência para a avaliação do alfabetismo: uma proposta de abordagem integrada da leitura, escrita e habilidades matemáticas. Lectura y Vida, v. XXX, p. 30-43, 2009.

    Signorini, Inês . Esclarecer o ignorante: a concepção escolarizada do acesso ao mundo da escrita. The Especialist, v. 1 e 2, p. 163-171, 1994.

    ROSEMBERG, F.; BAZILLI, C.; SILVA, P. V. B. Racismo em livros didáticos brasileiros e seu combate:uma revisão da literatura. Educação e Pesquisa. São Paulo: v. 29, n. 1, p. 125-146, jan.-jun. 2003.

    SILVA, P. V. B.; ROSEMBERG, F. Brasil: lugares de negros e brancos na mídia. In: Van DIJK, T. (Org.). Racismo e discurso na América Latina. São Paulo: Contexto, 2008.

    TURKLE, Sherry. How computers change the way we think. The Chronicle of Higher Education, The Chronicle review, v. 50, n. 21, 2004. Disponível em < http://chronicle. com/weekly/v50/i21/21b02601.htm> Acesso em 10 jan, 2009

    Outros textos poderao ser inseridos.

    2- Saberes dialógicos contemporâneos I. Uma cadência de múltiplas vozes...

    Ementa:

    Epistemologia Qualitativa, Subjetividade e Pesquisa. Sujeitos, significados e sentidos. Educação Popular, Complexidade e Subjetividades. Diálogos entre Educação Social e Educação Popular. Interdisciplinaridade, Intersaberes e Produção de Conhecimento. Pesquisa como processo construtivo-interpretativo. Relação dialógica e criatividade na pesquisa. Epistemologia Qualitativa e Métodos de Pesquisa.

    Objetivos:

    - Discutir a maneira de produção do conhecimento;

    - Refletir sobre os modos de constituição de subjetividades contemporâneas;

    - Abordar a possibilidade de se constituir o pensamento complexo por meio de uma análise sistêmica, dialógica e criativa.

    Procedimento Metodológico:

    - Aulas expositivas e dialógicas;

    - Trabalho em grupo;

    - Participação de convidados/as;

    - Exibição de vídeos

    Bibliografia Básica.

    BENTO, Maria Aparecida Silva. Branqueamento e Branquitude no Brasil. In: CARONE, Iray; BENTO, Maria Aparecida Silva (Orgs.). Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. p. 25-57.

    DUSSEL, Enrique. Meditações anticartesianas sobre a origem do antidiscurso filosófico da modernidade. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 341-395.

    GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Rio de Janeiro, Aponcs, p. 223-244, out., 1984.

    MIGNOLO, Walter D.. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, n. 34, p. 287-324, 2008. Disponível em:http://www.cadernosdeletras.uff.br/.

    MORIN, Edgar. Ciência com consciência. São Paulo: Bertrand Brasil, 2001.

    MUNANGA, Kabengele. Mestiçagem como símbolo da identidade brasileira. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 444-455.

    QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder e classificação social. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 84-130.

    Bibliografia complementar.

    FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Trad. Renato da Silveira. Bahia: EDUFBA, 2008.

    GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira; SILVA, Natalino Neves da; BROOKE, Nigel. Brazil. In: STEVENS, Peter; DOWORKIN, A. Gary. The Palgrave handbook of race and ethnic inequalities in education. England: Palgrave Handbooks, 2014.

    HASENBALG, Carlos A. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1979.

    HASENBALG, Carlos; SILVA, Nelson V.. Origens e destino: desigualdades sociais ao longo da vida. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003.

    IANNI, Octávio. A questão racial no Brasil. In: LOVELL, Peggy A. (Org.). Desigualdade racial no Brasil contemporâneo. Belo Horizonte: UFMG/CEDEPLAR, 1991. p. 15-32.

    NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

    RAMOS, Alberto Guerreiro.A redução sociológica: introdução ao estudo da razão sociológica. 2 ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1965.

    SANTOS, Milton. Por uma  outra  globalização do  pensamento  único  à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006.

    SODRÉ, Muniz. A verdade Seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Codecri, 1983. (Coleção Cultura Brasileira)

    SOUZA, Jessé. A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.

    3- Saberes dialógicos contemporâneos II. Uma cadência de múltiplas vozes...

    Ementa:

    Aprofundamento do estudo da Epistemologia Qualitativa, Subjetividade e Pesquisa. Sujeitos, significados e sentidos. Educação Popular, Complexidade e Subjetividades. Diálogos entre Educação Social e Educação Popular. Interdisciplinaridade, Intersaberes e Produção de Conhecimento. Pesquisa como processo construtivo-interpretativo. Relação dialógica e criatividade na pesquisa. Epistemologia Qualitativa e Métodos de Pesquisa.

    Objetivos:

    - Aprofundar a discussão sobre a maneira de produção do conhecimento;

    - Refletir sobre os modos de constituição de subjetividades contemporâneas;

    - Abordar a possibilidade de se constituir o pensamento complexo por meio de uma análise sistêmica, dialógica e criativa.

    Procedimento Metodológico:

    - Aulas expositivas e dialógicas;

    - Trabalho em grupo;

    - Participação de convidados/as;

    - Exibição de vídeos

    Bibliografia Básica.

    BENTO, Maria Aparecida Silva. Branqueamento e Branquitude no Brasil. In: CARONE, Iray; BENTO, Maria Aparecida Silva (Orgs.). Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. p. 25-57.

    DUSSEL, Enrique. Meditações anticartesianas sobre a origem do antidiscurso filosófico da modernidade. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 341-395.

    GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, Rio de Janeiro, Aponcs, p. 223-244, out., 1984.

    MIGNOLO, Walter D.. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, n. 34, p. 287-324, 2008. Disponível em:http://www.cadernosdeletras.uff.br/.

    MORIN, Edgar. Ciência com consciência. São Paulo: Bertrand Brasil, 2001.

    MUNANGA, Kabengele. Mestiçagem como símbolo da identidade brasileira. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 444-455.

    QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder e classificação social. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 84-130.

    Bibliografia complementar.

    FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Trad. Renato da Silveira. Bahia: EDUFBA, 2008.

    GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira; SILVA, Natalino Neves da; BROOKE, Nigel. Brazil. In: STEVENS, Peter; DOWORKIN, A. Gary. The Palgrave handbook of race and ethnic inequalities in education. England: Palgrave Handbooks, 2014.

    HASENBALG, Carlos A. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1979.

    HASENBALG, Carlos; SILVA, Nelson V.. Origens e destino: desigualdades sociais ao longo da vida. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003.

    IANNI, Octávio. A questão racial no Brasil. In: LOVELL, Peggy A. (Org.). Desigualdade racial no Brasil contemporâneo. Belo Horizonte: UFMG/CEDEPLAR, 1991. p. 15-32.

    NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

    RAMOS, Alberto Guerreiro.A redução sociológica: introdução ao estudo da razão sociológica. 2 ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1965.

    SANTOS, Milton. Por uma  outra  globalização do  pensamento  único  à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006.

    SODRÉ, Muniz. A verdade Seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Codecri, 1983. (Coleção Cultura Brasileira)

    SOUZA, Jessé. A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.

    3- Educação Popular e Educação de Jovens e Adultos: enfoques conceituais e metodológicos I

    I - Ementa:

    A Educação de Jovens e Adultos na diversidade; A educação de Jovens como campo de pesquisa e como prática educativa; a interface entre Educação Popular e Educação de Jovens e Adultos; abordagens teóricas e perspectivas metodológicas no campo de Educação de Jovens e Adultos e da Educação Popular.

    II - Objetivos:

    Compreender a Educação de Jovens e Adultos como modalidade educativa marcada pela diversidade;

    Analisar a Educação de Jovens e Adultos como campo de pesquisa e como prática educativa

    Analisar os fundamentos da Educação Popular e suas implicações para pesquisas em educação de jovens e adultos em uma perspectiva emancipatória;

    Compreender as perspectivas teóricas conceituais da Educação da Popular e da Educação de Jovens e Adultos;

    III – Procedimento Metodológico:

    Leituras, seminários e debates.

    Exposições dialogadas

    Trabalhos em grupo

    Reflexões individuais (oral e escrita)

    Análise de filmes/vídeos

    IV - Bibliografia

    APPLE, Michael W. Educando à direita. São Paulo: Cortez, 2005.

    ARROYO, Miguel G. A Educação de Jovens e Adultos em tempos de exclusão. Alfabetização e Cidadania. São Paulo: Rede de Apoio à Ação Alfabetizadora no Brasil. São Paulo, v11, abr.2001, p.9-20.

    ARROYO, Miguel. Educação de jovens-adultos: um campo de direitos e de responsabilidade pública. In SOARES, Leôncio & GIONVANETTI, M.A.G. de C. & GOMES, N.L.(org.) Diálogos na educação de jovens e adultos. Belo Horizonte: Autêntica, 2005, pg. 19-52.

    BEISIEGEL, Celso de Rui. Paulo Freire: elementos para a discussão do tema “Pedagogia e Antipedagogia”. Educação e Sociedade. Campinas, n.3, ano I, p.37-43, maio 1979.

    BOSI, Alfredo. A dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

    CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO DE ADULTOS. (V: 1997: Hamburgo, Alemanha) Declaração de Hamburgo: agenda para o futuro. Brasília, SESI/ UNESCO, 1999.

    CHAUÍ, Marilena. Conformismo e resistência: aspecto da cultura popular no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1986.

    DUSSEL, Enrique. Meditações anticartesianas sobre a origem do antidiscurso filosófico da modernidade. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 341-395.

    FÁVERO, Osmar. Uma pedagogia da participação popular: análise da prática educativa do MEB- Movimento de Educação Base (1961/1966). São Paulo: Autores Associados, 2006.

    FREIRE, Ana Maria Araújo. Uma história de vida. São Paulo: Villa das Letras, 2005.

    GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira. O jogo das diferenças: o multiculturalismo e seus contextos. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.

    HADDAD, Sérgio. A educação continuada e as políticas públicas no Brasil. In RIBEIRO, Vera Masagão (Org.). Educação de Jovens e Adultos - novos leitores, novas leituras. São Paulo: Ação Educativa, 2001.

    MIGNOLO, Walter D.. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, n. 34, p. 287-324, 2008. Disponível em:http://www.cadernosdeletras.uff.br/.

    SANTOS, Milton. Por uma  outra  globalização do  pensamento  único  à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006.

    SODRÉ, Muniz. A verdade Seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Codecri, 1983. (Coleção Cultura Brasileira)

    SOUZA, Jessé. A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.

    OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. In: Revista Brasileira de Educação. São Paulo, n. 12, set./dez.1999.

    OLIVEIRA, Inês Barbosa de; PAIVA, Jane (Orgs). Educação de Jovens e Adultos. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

    4- Educação Popular e Educação de Jovens e Adultos: enfoques conceituais e metodológicos II

    I - Ementa:

    Aprofundamento de Estudos sobre a Educação de Jovens e Adultos na diversidade; A educação de Jovens como campo de pesquisa e como prática educativa; a interface entre Educação Popular e Educação de Jovens e Adultos; abordagens teóricas e perspectivas metodológicas no campo de Educação de Jovens e Adultos e da Educação Popular.

    II - Objetivos:

    Aprofundar a compreensão da Educação de Jovens e Adultos como modalidade educativa marcada pela diversidade;

    Analisar a Educação de Jovens e Adultos como campo de pesquisa e como prática educativa

    Analisar os fundamentos da Educação Popular e suas implicações para pesquisas em educação de jovens e adultos em uma perspectiva emancipatória;

    Compreender as perspectivas teóricas conceituais da Educação da Popular e da Educação de Jovens e Adultos.

    III – Procedimento Metodológico:

    Leituras, seminários e debates.

    Exposições dialogadas

    Trabalhos em grupo

    Reflexões individuais (oral e escrita)

    Análise de filmes/vídeos

    IV - Bibliografia

    APPLE, Michael W. Educando à direita. São Paulo: Cortez, 2005.

    ARROYO, Miguel G. A Educação de Jovens e Adultos em tempos de exclusão. Alfabetização e Cidadania. São Paulo: Rede de Apoio à Ação Alfabetizadora no Brasil. São Paulo, v11, abr.2001, p.9-20.

    ARROYO, Miguel. Educação de jovens-adultos: um campo de direitos e de responsabilidade pública. In SOARES, Leôncio & GIONVANETTI, M.A.G. de C. & GOMES, N.L.(org.) Diálogos na educação de jovens e adultos. Belo Horizonte: Autêntica, 2005, pg. 19-52.

    BEISIEGEL, Celso de Rui. Paulo Freire: elementos para a discussão do tema “Pedagogia e Antipedagogia”. Educação e Sociedade. Campinas, n.3, ano I, p.37-43, maio 1979.

    BOSI, Alfredo. A dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

    CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO DE ADULTOS. (V: 1997: Hamburgo, Alemanha) Declaração de Hamburgo: agenda para o futuro. Brasília, SESI/ UNESCO, 1999.

    CHAUÍ, Marilena. Conformismo e resistência: aspecto da cultura popular no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1986.

    DUSSEL, Enrique. Meditações anticartesianas sobre a origem do antidiscurso filosófico da modernidade. In. SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 341-395.

    FÁVERO, Osmar. Uma pedagogia da participação popular: análise da prática educativa do MEB- Movimento de Educação Base (1961/1966). São Paulo: Autores Associados, 2006.

    FREIRE, Ana Maria Araújo. Uma história de vida. São Paulo: Villa das Letras, 2005.

    GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira. O jogo das diferenças: o multiculturalismo e seus contextos. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.

    HADDAD, Sérgio. A educação continuada e as políticas públicas no Brasil. In RIBEIRO, Vera Masagão (Org.). Educação de Jovens e Adultos - novos leitores, novas leituras. São Paulo: Ação Educativa, 2001.

    MIGNOLO, Walter D.. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, n. 34, p. 287-324, 2008. Disponível em:http://www.cadernosdeletras.uff.br/.

    SANTOS, Milton. Por uma  outra  globalização do  pensamento  único  à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006.

    SODRÉ, Muniz. A verdade Seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Codecri, 1983. (Coleção Cultura Brasileira)

    SOUZA, Jessé. A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.

    OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. In: Revista Brasileira de Educação. São Paulo, n. 12, set./dez.1999.

    OLIVEIRA, Inês Barbosa de; PAIVA, Jane (Orgs). Educação de Jovens e Adultos. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

    1ª Disciplina: Trabalho e Educação: fundamentos teórico-metodológicos

    Ementa: Fundamentos da relação Trabalho e educação. Processo de trabalho. Trabalho e sociedade capitalista: gestão e organização. Ciência, tecnologia e educação. Movimentos Sociais e o mundo do trabalho. Dilemas atuais do mundo do trabalho.

    Objetivos:

    Interrogar a relação entre trabalho e Educação na contemporaneidade;

    Discutir os paradigmas de organização do processo de trabalho capitalista;

    Analisar a problemática da formação profissional na atualidade;

    Discutir as interfaces entre ciência, tecnologia e Estado

    1- Fundamentos entre Trabalho e Educação

    O trabalho como categoria ontológica

    O falso divórcio entre trabalho e educação

    O principio educativo do trabalho

    2- Gestão e organização do processo de trabalho

    Processo de trabalho

    Taylorismo/fordismo

    Toyotismo, ou o “modelo japonês”

    2.4 Autogestão e cooperativismo

    2.5 Inteligência operária os modelos de organização do trabalho: “o saber tácito”

    Referências bibliográficas:

    1  ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e negação do trabalho. 3 ed. São Paulo: Boitempo, 2001. 258p.

    2 BRAVERMAN, H. Trabalho e capital Monopolista: a degradação do trabalho no Século XX. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos, 1987.

    3 BRIGTHON LABOUR PROCESS GROUP. O processo de trabalho capitalista. In: Silva, Tomaz Tadeu. Trabalho, Educação e prática social. Porto Alegre: Artmed, 1991.

    4 FRANCO, M. C &Trein, EUNICE. O percurso teórico e empírico do GT Trabalho e Educação: uma análise para debate. Revista Brasileira de Educação, n.24. Set/Out/Nov/Dez, 2003.

    5 FRIGOTTO, G. (org.). Educação e Crise do Trabalho:Perspectiva de Final deSéculo. Petrópolis: Vozes, 1998.

    1 GORZ, A. Crítica da divisão do trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

    2 SINGER, P. Utopia militante: repensando o socialismo. Petrópolis: Vozes, 1998.

    3 KUENZER, Acácia Z. Pedagogia da fábrica: As relações de produção e a educação do trabalhador. 2 ed São Paulo: Cortez, 1986.

    4 FRIGOTTO, G. A ideologia que embala a galinha dos ovos de ouro. In: Tiriba, L e Picanço I. Trabalho e Educação. Aparecida, São Paulo: Ideias e Letras, 2004.

    5 SAVIANI, D. Trabalho e Educação: fundamentos ontológicos e históricos. Apresentado no GT Trabalho e Educação, durante a 29 Reunião Anual da ANPED, Realizada em Caxambu, 2006.

    2ª Disciplina – Trabalho e formação humana: concepção e problema.

    Ementa: trabalho e formação humana. Qualificação, certificação e competência. Clínicas do trabalho. Legitimação e validação de saberes. Memória e experiência do trabalho.

    Objetivos:

    Interrogar a relação entre trabalho e Educação na contemporaneidade;

    Discutir os paradigmas de organização do processo de trabalho capitalista;

    Analisar a problemática da formação profissional na atualidade;

    Discutir as interfaces entre ciência, tecnologia e Estado

    1        Trabalho e Educação: a formação humana na atualidade

    1.1 Teoria do Capital Humano

    1.2 Qualificação, certificação e Competências

    2  Abordagens clínicas do trabalho: saberes, experiência, memória

    2.1 Estudo panorâmico das clínicas do trabalho

    2.2 Produção, legitimação de saberes, certificação e validação

    2.3 Concepção e dispositivos de certificação e validação de saberes da experiência

    1. Memória e experiência do trabalho

    Referências bibliográficas:

    Básicas:

    1  ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação enegação do trabalho. 3 ed. São Paulo: Boitempo, 2001. 258p.

    2 BRAVERMAN, H. Trabalho e capital Monopolista: a degradação do trabalho no Século XX. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos, 1987.

    3 BRIGTHON LABOUR PROCESS GROUP. O processo de trabalho capitalista. In: Silva, Tomaz Tadeu. Trabalho, Educação e prática social. Porto Alegre: Artmed, 1991.

    4 CUNHA, Charles Moreira. CUNHA, Daisy Moreira. SANTOS, Geraldo Márcio Alves. Quando o trabalho faz pensar (e compartilhar) a experiência do tempo de agora. In.: Conectando saberes: dispositivos sociais de prevenção de acidentes e doenças no trabalho. /Francisco Antunes de Paula Lima; Laís Di Bella Castro Rabelo; Marcele La Guardiã Lara de Castro. (org.). Belo Horizonte: Fabrefactum, 2015. ( série Confiabilidade Humana).

    5 FRANCO, M. C &Trein, EUNICE. O percurso teórico e empírico do GT Trabalho e Educação: uma análise para debate. Revista Brasileira de Educação, n.24. Set/Out/Nov/Dez, 2003.

    6 FRIGOTTO, G. (org.). Educação e Crise do Trabalho:Perspectiva de Final deSéculo. Petrópolis: Vozes, 1998.

    7 SANTOS, Eloisa Helena. Ciência e cultura: uma outra relação entre saber e trabalho. Trabalho e Educação. Belo Horizonte: Nete/FAE-UFMG, n. 7, p. 119-130, jul./dez. 2000.

    8 ­­Trabalho prescrito e real no atual mundo do trabalho. Trabalho e Educação. Belo Horizonte: Nete/FAE-UFMG, n. 1, p. 13-27, fev./jul. 1997.

    Complementares:

    6 GORZ, A. Crítica da divisão do trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

    7 SINGER, P. Utopia militante: repensando o socialismo. Petrópolis: Vozes, 1998.

    8 KUENZER, Acácia Z. Pedagogia da fábrica: As relações de produção e a educação do trabalhador. 2 ed São Paulo: Cortez, 1986.

    9  FRIGOTTO, G. A ideologia que embala a galinha dos ovos de ouro. In: Tiriba, L e Picanço I. Trabalho e Educação. Aparecida, São Paulo: Ideias e Letras, 2004.

    10 SAVIANI, D. Trabalho e Educação: fundamentos ontológicos e históricos. Apresentado no GT Trabalho e Educação, durante a 29 Reunião Anual da ANPED, Realizada em Caxambu, 2006.

    11 THOMPSON, E. Os românticos: a Inglaterra na era revolucionária. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.

    3ª Disciplina - Abordagem ergológica: atividade humana do trabalho

    Ementa: Abordagens Ergológicas como um ponto de vista sobre o trabalho humano. Origem e desenvolvimento da Ergologia no mundo. História do conceito de atividade como fundamento da ergologia. Dispositivo dinâmico de três pólos como método ergológico: pólo dos saberes constituídos, pólo dos saberes investidos e o pólo da ética. Grupos de encontro do trabalho como implementação de proposta pluridisciplinar para compreender as situações de trabalho escolar.

    Objetivos

    Problematizar as contribuições da abordagem ergológica para a relação trabalho e educação;

    Compreender o trabalho para transformá-lo;

    Evidenciar os saberes investidos para o desenvolvimento do trabalho humano

    Unidades

    1. História da Ergologia
    2. Fontes empíricas da Ergologia: Oddoni, Wisner e Canguilhen
    3. Fontes do conceito de atividade:
    4. Dispositivo dinâmico de três polos
    5. Grupos de encontro do trabalho

    Referências bibliográficas:

    Básicas:

    1 SCHWARTZ, Yves. Um bref aperçu de l’histoire culturelle du concept d’activité. @ctivités, 2007, volume 4 numéro 2

    2 Expérience et connaissance du travail, Nouvelle édition augmentée d'une postface de l'auteur, collection Les essentielles, Les Éditions sociales, Paris, janvier 2012.

    3 Conhecer e Estudar o Trabalho. Revista Trabalho & Educação | Belo Horizonte | v.24 | n.3 | p. 83 - 89 | set-dez | 2015

    4 Derrive, Louis. Autores: (Org.). Trabalho e ergologia: conversas sobre a atividade humana. Organizadores da edição brasileira: Milton Athayde e Jussara Brito
    Páginas: 309

    5 Veríssimo, Mariana. Elementos para construção da noção de saber investido. Revista Trabalho & Educação | Belo Horizonte | v.24 | n.2 | p. 295-313 | mai-ago | 2015

    1-  Cultura, Educação Física e Aprendizagem

    Ementa: Educação e cultura: da cultura como objeto de ensino na escola à cultura como contexto de aprendizagem. Cultura e aprendizagem: abordagens antropológicas. Aprendizagens das e nas práticas culturais de movimento: contribuições para a Educação Física.

    Objetivos

    Promover o debate sobre cultura, Educação Física e aprendizagem.

    Conhecer abordagens antropológicas de cultura e aprendizagem.

    Discutir a noção de aprendizagem como processo inerente à participação na prática;

    Refletir sobre a prática cotidiana da Educação Física como contexto de aprendizagens.

    Metodologia

    A disciplina pretende articular teoria e prática a partir do engajamento dos alunos/professor do curso em aulas expositivas, seminários, práticas de observação e de registro de práticas, bem como, produção de textos.

    Avaliação

    Trabalho 1 – Seminário temático

    Trabalho 2 – Produção de relatório de observação de práticas culturais de movimento.

    Trabalho 3 – Produção de texto articulado sobre os temas tratados na disciplina

    REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    Unidade I: Educação e cultura: da cultura como objeto de ensino na escola à cultura como contexto de aprendizagem.

    FORQUIN, Jean-Claude. Escola e Cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes médicas, 1993.

    ROCKWELL, Elsie. La dinamica cultural en la escuela. In: ALVAREZ, A. (Ed.). Hacia un currículum cultural: la vigência de Vygotsky en la educacion. Cidade do México: Fundación Infancia y Aprendizaje, 1997.

    VINCENT, Guy; LAHIRE, Bernard; THIN, Daniel. Sobre a história e teoria da forma escolar. Educação em Revista, Belo Horizonte, n. 33, p. 7-48, jun. 2001.

    GOMES, Ana Maria Rabelo. M. R. Escolarização, estranhamento e cultura. In: Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, Recife, UFP, set. 2007.

    Unidade II: Cultura e aprendizagem: abordagens antropológicas.

    WOLCOTT, Harry F. The Anthropology of Learning. Anthropology & Education Quarterly. Special issue, v. 13, n. 2, p. 83-108, 1982.

    PELISSIER, Catherine. The antrophology of teaching and learning. Annual Review of Anthropology, n. 20, p. 75-95, 1991.

    GOMES, A. M. R. Aprender a cultura. In: Loureiro, Maria helena Mourão; Figueiredo, Betânia Gonçalves. (Org.). Cultura e Educaçõa: parceria que faz história. Belo Horizonte: Mazza Edições; Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2007, v. 1, p. 29-43.

    LAVE, J.; WENGER, E. Situated learning: legitimate peripheral participation. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 1991.

    Unidade III : Aprendizagens das e nas práticas culturais de movimento: contribuições para a Educação Física.

    CALVINO, Ítalo. Palomar. Tradução de Ivo Barbosa. São Paulo: Companhia da Letras, 1994.

    CARNNEIRO, N. M. CORPO CIDADÃO: Experiências da Aprendizagem na Prática do Grupo Experimental de Dança de Belo Horizonte/MG. 2011. Tese (Doutorado) – Curso de Educação, Faculdade de Educação, UFMG, Belo Horizonte, 2011.

    FARIA, E. L. A aprendizagem na e da prática social: um estudo etnográfico sobre as práticas de aprendizagem do futebol em um bairro de Belo Horizonte. 2008. 229 f. Tese (Doutorado) – Curso de Educação, Faculdade de Educação, UFMG, Belo Horizonte, 2008.

    MAUSS, Marcel. As técnicas corporais. Tradução de Mário W. B. de Almeida. Sociologia e Antropologia, São Paulo, v. 2I,  p. 209-233, 1974. (Original francês)

    WACQUANT, L. Corpo e alma: notas etnográficas de um aprendiz de boxe. Tradução Ângela Ramalho, Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.

    VARELA, Francisco. J. Sobre a competência ética. Tradução de Artur Mourão. Lisboa: Edições 70, 1992.

    2- Projetos de ensino em Educação Física

    Ementa: Educação Física na escola. Organização do conhecimento escolar da Educação Física. Construção de projetos pedagógicos.

    Objetivos

    Debater sobre as diferentes maneiras que a Educação Física tem se organizado na escola.

    Refletir sobre a prática cotidiana da Educação Física.

    Conhecer possibilidades de organização do conhecimento escolar da Educação Física.

    Discutir possibilidades de construção de projetos de ensino.

    Metodologia

    A disciplina se organizará a partir de aulas expositivas e seminários práticos, observação de aulas e produção de projetos.

    Avaliação

    Trabalho 1 – Texto reflexivo a partir do percurso da disciplina.

    Trabalho 2 – Construção de projetos pedagógicos.

    Trabalho 3 – Relatório de aplicação dos projetos.

    Referências Bibliográficas

    3- Corpo e  educação/  ou Corpo, Educação Física e escola/ ou Corpo e escola 

    Ementa:

    Concepções históricas sobre o corpo na escola. Educação do corpo na escola: prescrições, disciplina e metodologias. Possibilidades de construção de conhecimento por meio do corpo na contemporaneidade. A Educação Física escolar.

    Objetivos:

    - Conhecer o processo histórico e cultural de construção das representações de corpo;

    - Debater sobre as representações de corpo na contemporaneidade e suas repercussões na escola;

    - Refletir sobre o papel da corporeidade no fazer escolar;

    - Reconhecer a importância da percepção do corpo no processo de escolarização.

    Metodologia:

    Aulas teóricas com intervenções práticas por tópicos da disciplina. As aulas acontecerão com diferentes dinâmicas (debates, apresentações, aulas expositivas, seminários, etc), abordando sempre uma temática do programa com textos-referências para debate.

    Avaliações:

    Serão realizadas ao longo do semestre, com datas a combinar, e constarão de:

    Seminário temático – será elaborada a partir dos textos debatidos em sala de aula e outras pesquisas.

    Trabalho final – síntese construída a partir do percurso na

    disciplina.